CCT assinada nesta quarta-feira

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Fruto de intensa e difícil negociação entre o Movimento Sindical e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) nesta campanha salarial, a CCT (Convenção Coletiva de Trabalho), documento que unificou os direitos trabalhistas da categoria desde 1992, mas agora estava ameaçada pelo fim da ultratividade, será assinada nesta quarta-feira (09/09), às 14h, em São Paulo.

Além do reajuste com reposição total da inflação (INPC) mais aumento real de 0,6%, para 2026 e 2027, nos salários e nas demais verbas econômicas, a proposta também inclui a participação dos sindicatos no Programa de Gerenciamento de Riscos Psicossociais, da nova NR-1, a fim de reduzir o adoecimento mental.

Os bancos ainda, terão de disponibilizar o canal de combate aos assédios moral e sexual, conquistado na campanha salarial de 2024, para também receber denúncias sobre atos praticados por clientes contra funcionários.

Outros pontos incluídos são sobre o monitoramento digital, com transparência e limites à vigilância e direito à feedback; à desconexão, programa de indenização, qualificação e recolocação para trabalhadores de bancos privados demitidos por conta do fechamento de agências; além da proteção de todos os direitos até aqui conquistados na CCT.

Em assembleia realizada nos últimos dias 4 e 5, a base do Sindicato dos Bancários de Ponte Nova e Região, inclusive os Bancos Públicos com suas ACTs, não aprovou a proposta para a renovação da CCT, apresentada pela FENABAN. Porém, mediante à aprovação da CCT por maioria dos bancários de Bancos particulares do País, o Sindicato realizará nova votação virtual  no próximo dia 10.

O desafio agora é grande para as bases em que a proposta foi rejeitada. Como a CCT tem caráter nacional, caberá às direções sindicais e às suas bases decidirem se acompanham a decisão da maioria nacional ou se permanecem fora da Convenção

 

Fonte: SBPNR com informação do Movimento Sindical

 

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