COE Itaú cobra transparência e proteção

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Durante a reunião, a comissão cobrou maior transparência nos processos de reestruturação e proteção aos trabalhadores afetados pelo fechamento de unidades. A comissão reivindicou a ampliação do Programa de Requalificação e Indenização para trabalhadores do Varejo e das Agências Digitais, além de critérios mais claros para definição e avaliação de metas.

 

A COE (Comissão de Organização dos Empregados) do Itaú se reuniu na última terça-feira (29) com a direção do banco para dar continuidade às negociações da pauta de reivindicações dos trabalhadores. Entre os temas discutidos estiveram o fechamento de agências e a realocação de funcionários, a reestruturação do Segmento Empresas, cobrança de metas, plano de saúde, certificações da ANBIMA, Fundação Itaú/Franprev e a renovação do Acordo Macro.

Durante a reunião, a comissão cobrou maior transparência nos processos de reestruturação e proteção aos trabalhadores afetados pelo fechamento de unidades. A comissão reivindicou a ampliação do Programa de Requalificação e Indenização para trabalhadores do Varejo e das Agências Digitais, além de critérios mais claros para definição e avaliação de metas. Também foram solicitados dados sobre admissões e desligamentos, que não foram apresentados pelo banco nesta rodada, e esclarecimentos sobre ferramentas de monitoramento do trabalho e decisões automatizadas.

A negociação também tratou do plano de saúde, das certificações profissionais e da Fundação Itaú/Franprev. Sobre a assistência médica, a COE pediu a retomada das discussões para trabalhadores ativos e aposentados, enquanto o banco informou que apresentará esclarecimentos sobre os critérios de coparticipação. A próxima rodada de negociação está marcada para 7 de outubro, quando deverão ser retomados temas como a renovação do Acordo Macro e a indenização aos trabalhadores afetados pelo encerramento de agências.

 

Fonte : Movimento Sindical

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