O Banco do Brasil apresentou nesta quarta-feira (12) um lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2026, alta de 14% em relação ao trimestre anterior e de 3% na comparação anual. Totalizando no 1º semestre de 2026, lucro líquido de R$ 7,3 bilhões. O resultado representa uma queda de 34,2% em relação aos R$ 11,2 bilhões apurados no mesmo período de 2025, impactado por pressões na inadimplência e custos de crédito mais altos, apesar da recuperação vista no segundo trimestre.
Por outro lado, houve desempenho Financeiro do Período
Fruto do trabalho de seus funcionários:
- Lucro do 2º Trimestre: R$ 3,9 bilhões (alta de 13,9% sobre o 1º trimestre de 2026 e de 3,3% na comparação anual).
- Lucro do 1º Trimestre: R$ 3,4 bilhões.
- Margem Financeira Bruta: Acumulou R$ 54,9 bilhões no semestre, alta de 12,1% frente a 2025.
- Retorno sobre o Patrimônio Líquido (RSPL / ROE): Ficou em 7,3% no acumulado do semestre (8,3% a 8,4% considerando o corte isolado do segundo trimestre).
Os trabalhadores reforçam as principais reivindicações:
- Cassi: que o banco apresente um plano de custeio, com o aumento da responsabilidade da empresa na sustentabilidade da caixa de assistência.
- Metas: revisão da gestão por metas, em vista do aumento de reclamações, em todo o país, de trabalhadores com dificuldades de alcançarem as metas impostas, a ponto de sofrerem prejuízos na remuneração (PLR). Fim das Metas!
- Isonomia: igualdade de acesso e atendimento à Cassi e Previ para os funcionários egressos (que ingressaram no banco em razão da incorporação de outras instituições).
- Previ: novas melhorias Tabela PIP, para contemplar mais trabalhadores com a valorização da previdência complementar.
- PCS/PCR: aperfeiçoamento do Programa de Cargos e Salários (também chamado de Programa de Carreira e Remuneração), com foco na revisão de critérios de progressão, valorização do mérito, reajuste de adicionais de função e atualização dos vencimentos do funcionalismo.
Os dirigentes sindicais também reforçam a reivindicação pela abertura de concursos públicos para suprir a falta de funcionários em várias localidades do país. Filas de atendimento, colegas sobrecarregados de funções e metas, casos de agências fechadas por falta de funcionários para atender clientes, muitos dos problemas enfrentados pelos bancários do BB.
Amanhã, sexta-feira (14), tem nova rodada de negociação específica. Mobilize-se !
Fonte: Movimento Sindical