Voto consciente é instrumento de luta do bancário

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Salário, emprego, condições de trabalho, previdência, direitos trabalhistas, saúde e proteção social não dependem apenas das negociações realizadas entre bancos e movimento sindical. Muitas dessas questões passam pelo Congresso Nacional, pelas assembleias legislativas, pelos governos e por outras instâncias onde leis, regulamentações e políticas públicas são discutidas e aprovadas.

A eleição se aproxima e, para a categoria bancária, o momento exige mais do que apenas comparecer às urnas. Exige informação, atenção e, sobretudo, conhecimento sobre quem são os candidatos, quais interesses representam, como se posicionaram ao longo da trajetória pública e qual relação mantêm com as pautas que afetam diretamente a vida dos trabalhadores.

Salário, emprego, condições de trabalho, previdência, direitos trabalhistas, saúde e proteção social não dependem apenas das negociações realizadas entre bancos e movimento sindical. Muitas dessas questões passam pelo Congresso Nacional, pelas assembleias legislativas, pelos governos e por outras instâncias onde leis, regulamentações e políticas públicas são discutidas e aprovadas.

É por isso que o debate político também interessa diretamente aos trabalhadores. Decisões tomadas no campo político podem preservar, modificar ou retirar direitos e, portanto, acompanhar quem ocupa o parlamento deve fazer parte da atuação consciente da categoria.

Vale destacar que diferentes setores da economia mantêm representação e articulação nos espaços institucionais. O sistema financeiro, por exemplo, acompanha e cobra votos dos parlamentares que representam o setor. Para os trabalhadores, conhecer igualmente quem participa das decisões é fundamental.

 

Fonte : Movimento Sindical.

 

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