FMI: Brasil é o décimo maior cotista do fundo, informa BC

O aumento se deu no âmbito da 14ª Revisão Geral de Cotas do FMI, informou o Banco CentralInternacional Monetary-econimia

O Brasil passou a ser o décimo maior cotista do Fundo Monetário Internacional (FMI), informou, nesta segunda-feira, o Banco Central (BC). O país subiu quatro posições após a integralização do aumento de sua cota, na semana passada.

Segundo o BC, o aumento se deu no âmbito da 14ª Revisão Geral de Cotas do FMI. Ao final do processo de integralização de cotas por parte dos países membros, a ser concluído nas próximas semanas, a participação no total das cotas do Brasil no organismo subirá de 1,78% para 2,32%.

Entre os países que mais aumentarão a participação estão os BRICs, que passarão a figurar entre os dez maiores cotistas do FMI

De acordo com o BC , a 14ª Revisão Geral de Cotas foi resultado de uma longa negociação no período pós-crise de 2008 e culminou em um acordo em 2010, visando dobrar os recursos regulares do FMI e aumentar a participação relativa das economias emergentes e em desenvolvimento.

Entre os países que mais aumentarão a participação estão os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China), que passarão a figurar entre os dez maiores cotistas do fundo e, conjuntamente, somarão 14,2% em cotas (ou 13,5% com poder de voto) do FMI. O resultado líquido do aumento de cotas não afeta o nível das reservas internacionais do Brasil, informou o BC.

Projeção do FMI

Em janeiro, o Fundo Monetário Internacional (FMI) piorou a projeção de queda da economia brasileira este ano. A estimativa para a retração do Produto Interno Bruto (PIB) passou de 1% para 3,5%. Para o FMI, será o segundo ano consecutivo de queda da economia. Em 2015, de acordo com o fundo, houve retração de 3,8%.

Em 2017, a expectativa é de estabilidade, com estimativa de crescimento zero para o PIB. Em outubro do ano passado, o FMI projetava crescimento de 2,3%, em 2017.

A retração do Brasil puxou o resultado negativo para a economia da América Latina. A expectativa para os países da região é de retração de 0,3% este ano. Para 2017, a previsão é de crescimento de 1,6%.

Fonte: CDB, Redação, com ABr e Agências de Notícias

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