BB somente enrola e não propõe nada

Na primeira negociação com os representantes dos funcionários do Banco do Brasil, nesta terça-feira (23/08), em Brasília, a direção da instituição debateu os principais eixos da pauta. Mas, proposta que é bom, não apresentou.

No centro dos debates, Plano de Carreira e Remuneração com aumento nas promoções por mérito e com inclusão de escriturários; piso para o PCR de um salário mínimo do Dieese (R$ 3.940,24 em junho) e o interstício na tabela de antiguidade de 6%, com mérito maior e para todos; fim da substituição, reclassificação da falta de greve; contratação de 5 mil funcionários; manutenção dos auxílios refeição e alimentação nas licenças saúde, paternidade e maternidade; melhorias nos planos de funções e pagamento de VCP (Verba de Caráter Pessoal) para os bancários de setores envolvidos em reestruturação.

O movimento sindical espera que o BB deixe de enrolação e apresente, na próxima negociação, uma proposta concreta para as reivindicações constantes na pauta.

Um dia antes, nesta segunda-feira (22/08), o banco sugeriu aumentar volume de recursos para a Cassi e propôs contribuição extra de R$ 34 milhões por mês para a Caixa de Assistência dos Funcionários.

Para tanto, a proposta é de contribuição extraordinária correspondendo ao desconto de 1% nos salários dos empregados da ativa ou benefícios dos aposentados até dezembro de 2019.

 Fonte: Movimento Sindical

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