19/11/20 Emergencial

Fim do auxílio vai aprofundar pobreza no país

Responsável por movimentar a economia e amenizar os efeitos da pandemia do coronavírus, o auxílio emergencial foi fundamental para o país. Mas, segundo o estudo da Ibre/FVG (Instituto Brasileiro de Economia), a redução do valor de R$ 600,00 prejudica a população que precisa de assistência e o país. 

O estudo aponta que representaria um retrocesso a extinção do benefício, como quer o governo Bolsonaro, sem nada que beneficie ao menos parte da população vulnerável, em um cenário de emprego escasso e de tantas dificuldades. 

Com o corte do auxílio emergencial de R$ 600,00 para R$ 300,00, a pobreza voltou a crescer. A taxa da extrema pobreza subiu para 2,5% da população, atingindo 5,2 milhões de pessoas, ou 400 mil a mais do que no mês anterior.

E a perspectiva não é boa. De acordo com a pesquisa, a situação dos mais pobres será ainda pior em consequência do aumento da inflação, que vem atingindo principalmente os alimentos. A ideia de acabar com o auxílio emergencial é insensata. Retira a rede de proteção em um momento em que a economia ainda patina, o mercado de trabalho não reage e o desemprego segue em alta.

Fonte: Movimento Sindical

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